Como funciona o voleibol inclusivo InVolei
Permitir agarrar a bola no primeiro e no segundo toque, com equipas de seis e campo de 12 × 6 metros, não baixa a exigência: cria mais ações para treinar e competir.
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Permitir agarrar a bola no primeiro e no segundo toque, com equipas de seis e campo de 12 × 6 metros, não baixa a exigência: cria mais ações para treinar e competir.
Na pista, o tempo que um atleta precisa para recuperar entre séries diz tanto como o cronómetro: registe-o, ajuste a carga e pare de chamar falta de esforço ao que pode ser fadiga mal gerida.
As regras são ferramentas, não mobiliário Um treino adaptado não começa por perguntar “como fazemos isto igual?”. Começa por identificar o objetivo, a barreira e a adaptação que mantém o desafio desportivo intacto. Parece uma diferença pequena. Na prática, mu...
Assistente desportivo não é um par de mãos extra Uma transferência mal preparada, uma instrução vaga ou um guia que acelera no momento errado podem comprometer toda a sessão. Apoiar um atleta com deficiência exige técnica, comunicação e capacidade para ler o...
No râguebi em cadeira de rodas, o equipamento também treina Quatro cadeiras adaptadas podem parecer apenas apoio logístico. Não são. Alteram a forma como uma equipa acelera, trava, protege a bola e ocupa o espaço. No Casa Pia, em Lisboa, este investimento aco...
Um workshop não torna um clube acessível por magia. O valor está em transformar boas práticas em decisões concretas: rampas utilizáveis, material ajustável, instruções claras e treinadores capazes de adaptar carga, espaço e comunicação. Lisboa recebe este deb...
Uma criança com deficiência não precisa de “motivação extra”. Precisa de professores preparados, regras ajustadas e equipamento disponível. A campanha Equal Play acerta no essencial: inclusão na educação física exige desenho de treino, não boa vontade. Vale l...